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Climatério e menopausa

[fusion_builder_container hundred_percent=”yes” overflow=”visible”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ background_position=”left top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”no” center_content=”no” min_height=”none”][fusion_title size=”2″]Climatério e menopausa[/fusion_title]

O climatério é o período de vida da mulher que antecede a menopausa, quando começa a haver uma depleção importante dos folículos ovarianos, de forma que a ovulação passa a não acontecer mais durante todos os meses e, como consequência, começa a aparecer a irregularidade menstrual. Associada a ela, alguns sinais de deficiência de estrogênio podem acontecer, como o surgimento de ondas de calor (chamadas de fogachos), formigamentos, insônia, ansiedade, irritabilidade, mudanças de humor, ressecamento vaginal, dor na relação sexual, atrofia uretral com aparecimento de infecções urinárias de repetição, afinamento da pele, queda na taxa metabólica basal com ganho de peso, dentre outras alterações. Depois de um certo tempo com irregularidade menstrual (que pode demorar meses a anos), sobrevém a última menstruação. Esta é chamada de menopausa, e seu diagnóstico é retrospectivo, pois só pode ser dado depois que a mulher passa um ano inteiro sem menstruar. Depois deste ano, pode-se dizer que os ovários não ovulam mais e, como consequência, a produção dos hormônios estrogênio e progesterona passa a ser muito baixa. Nesta situação, caso não haja contraindicações, pode ser feita a terapia de reposição hormonal – oral ou tópica – visando repor os hormônios que estão em falta. Esta reposição causa uma melhora muito grande dos sintomas da menopausa, mas não é obrigatória, sendo dispensável para mulheres que passam pela menopausa sem nenhum tipo de sintoma. Lembrando que os riscos e os benefícios desta terapia devem ser individualizados e conversados muito bem com sua endocrinologista, uma vez que alguns riscos podem ser aumentados, como o de câncer de mama e o de eventos trombóticos.

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